terça-feira, 4 de dezembro de 2018

Caras babacas são ótimas escolas para mulheres que se tornaram fortes e independentes



É com o coração esmagado mesmo, ferida aberta, que ela te dá as costas, cansada, depois de tanto insistir.
Já perdeu muito tempo com "por quês" infinitos que nunca soube responder, mas enfim se deu conta, que o problema não era com ela, era com você.

Não tem nada de errado em ser sincera, leal e demonstrar amor. O erro é de quem não sabe receber e muito menos retribuir tudo de bom.
É mesmo...tem gente que não vai nunca perceber a sorte que teve e os presentes que a Vida mandou.
Tem gente que não merece ser amado com esta intensidade.
Ela aprendeu isso do jeito mais dolorido, e mesmo ainda juntando seus cacos para se recompor, está sentindo felicidade.
Enfim se libertou e juntou todas as certezas do seu coração e agora vai poder desfrutar a liberdade.
A liberdade de poder ser quem se é, de poder rir e dançar sem medo de desagradar, de falar com quem se tem vontade!

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segunda-feira, 19 de novembro de 2018

Deixe-me com a minha intensidade...leve, como um meteoro



Eu nunca soube ser metade.
Admiro muito a imparcialidade mas, ainda não a alcancei.
Eu não sei ser meio amiga...gostar mais ou menos, estar em um lugar onde meu coração não possa entrar. Viver em cima dos muros da vida...gosto de saber onde estou pisando, embora ache um tanto monótono terrenos planos...
Eu não sei falar mais baixo...nem escrever menos.
Nem sentir menos.

Eu nunca estive com alguém com quem eu não quisesse muito estar, só para gastar meu tempo. Eu não sei me envolver com cautela, ir devagar. Separar os sentimentos. 
Permanecer, sem me apegar.

Eu gosto de me prender em abraços que me fazem perder o tempo-espaço. Gosto de estar junto. Gosto da liberdade de poder me viciar em um cheiro, em um pescoço específico, e fazê-lo único no meu Universo.
Eu gosto de beijos que transcedem o corpo, a boca...que arrepiam cada póro do corpo, e da alma.
Eu gosto de poder fazer planos para o futuro, mesmo que eles não se cumpram.
Se não puder sonhar, suspirar e sentir saudade, desculpa, mas prefiro me retirar. Não vejo graça nenhuma em começar algo já pensando em acabar.
Não custumo manter meu coração em cárcere privado, o deixo livre, para sentir tudo que ele quiser.

Eu adoro ser plural, agora que aprendi a me bastar no singular.
Eu adoro nós; emaranhado. Dedos e almas entrelaçados.  Amor que se faz com um olhar.
Porque existem várias formas de fazer amor nessa vida...e a conexão espiritual é a minha preferida.
Sexo, qualquer um sabe fazer...AMOR, é raro de encontrar.

Eu gosto de quem me multiplica; de quem me dá corda, de quem é fogo, quando sou gasolina....
Eu gosto de ver as paixões nascerem. E cederem...dando lugar ao amor. Eu gosto que peguem no meu cabelo, e que me digam tudo, sem uma palavra dizer.

É...eu trago comigo essa mania de me envolver. De me perder em outro alguém...sem a menor pressa para me achar.

Eu vou revirar a tua vida, a tua cama, a tua forma de se enxergar. Vou te provar que Newton estava errado e que dois corpos podem sim ocupar o mesmo lugar, ao menos tempo... Newton nunca deve ter se apaixonado por alguém...
Eu vou te mostrar que romances não são ficção; que é fácil fazer poema e o quão ansiosas mãos podem se tornar...
Eu vou te dar o amor de uma forma única, da única forma que eu sei amar...com todo o meu ser. Com cada célula e neurônios inteiros. Até você esquecer de como é viver sem isso que nós temos. 
O "isso" que dá sentido à vida e que é tão difícil de se encontrar.

Estou cansada de tentar mostrar as belezas que só existem no fundo do mar, para pessoas que estão tão acostumadas a viver na superfície. 
Eu sou um oceano nada pacífico, com ondas grandes, nem se achegue se você tem medo de mergulhar.

Eu vou te dedicar vários textos, vou te ligar cedinho só pra ouvir a sua voz. Vou acatar teus silêncios e te fazer companhia até você se sentir melhor. Eu vou te fazer surpresas malucas fora das datas especiais. Te ofereço uma rotina de intenso amor...e paz. Com longas conversas pela madrugada.
Com manhãs dignas de serem lembradas...
Com tardes de domingo aproveitadas, com cheiro de café fresco e direito à visitas na casa dos pais...

Eu serei cais. 
Onde tu sempre podes ancorar.

Se isso te apavora, esteja livre para ir embora. Mas saibas que outro amor assim, tu não há de encontrar...

Não sei amar de outro jeito, não sei ser faísca quando quero calor, não sei esconder o que estou sentindo, não sei guardar o amor, só para mim. Eu gosto de transbordar. E que o mundo inteiro saiba!
Você nunca terá dúvidas.

Essa sou eu. 

Leve. Como um meteoro.

Bruna Stamato






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terça-feira, 30 de outubro de 2018

Quem quer, chega junto






Sem mais; sem "porém"; sem "e se". Quem quer, chega junto, se faz presente. Sem medo, sem desculpa, sem mimimi.
Quem quer, caça assunto, arruma tempo, levanta mais cedo, dorme mais tarde. Quem quer, mesmo, vai de qualquer jeito, vai com sol a pino ou tempestade. 
Para quem tá muito afim, não tem tempo ruim! Não tem problema inadiável, quem quer, acha sempre solução.
Mas...quem não ta nem aí, tá sempre cansado, trabalho atrasado; preso em uma reunião.
Quem não quer, se faz de vítima, culpa o mundo, está sempre fora. Tá doente, exausto, agenda lotada, não importa a hora.

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terça-feira, 23 de outubro de 2018

O pombo e o canário




Certa vez estava eu, passando em frente a um petshop.
Na calçada estavam algumas gaiolas, com lindos canários dentro. Eu os acho lindos, de verdade e exatamente por isso nunca quis ter um. Eles têm asas, oras! A Natureza deles é voar, não ficarem presos para satisfazer a vaidade humana.
Bem perto das gaiolas, haviam alguns pombos. Provavelmente catando migalhas e farelos das rações servidas aos canários.
As pessoas paravam para admirar os canários, não os pombos.
Mas eu, me coloquei a observar os pombos.

"Será que os canários têm inveja deles, dos pombos?" Perguntei à minha filha, de 11 anos, que me acompanhava.
"Mãe, são os pombos que devem ter inveja dos canários né?! Eles são lindos, cantam e têm ração, não precisam ficar passando fome catando farelo".
Pensei durante um tempo na sua resposta, mas só me ocorria o quesito LIBERDADE e então, respondi: "Mas filha, do que adianta ser lindo, cantar, ter comida garantida, mas ser infeliz? Não poder viver, ver a vida. Ter que frear a própria natureza. Nascer em cativeiro sem ao menos saber que pode voar...É muito triste."
"Mas todo mundo gosta de canário, mãe. Nem todo mundo gosta de pombo." Ela insistiu.
"Mas eles me parecem felizes assim. Eles vivem em bando e não precisam ser os mais lindos, para serem escolhidos por alguém que fará deles prisioneiros."
Ela então, concordou.
A beleza e a busca pela perfeição, às vezes nos aprisionam. Às vezes somos vítimas desse dito "amor", que não nos permite voar e ver o mundo, que só quer nos aprisionar para satisfazer as suas carências e vaidade.
E pior ainda, certas vezes, nós nos colocamos na gaiola e nos acomodamos ali; desistimos de voar e conhecer o mundo, negamos nossas natureza e instintos; contemos nossos ímpetos, para termos comida garantida.
Atenção garantida. Para sermos admirados.
Mas a verdade, é que nada nessa vida é garantido. E que esse nosso medo do incerto pode trancar nossa gaiola.

Às vezes, para ganharmos o mundo, precisamos perder a comida garantida. Precisamos abrir mão do "conforto", do conhecido, das convenções.
"Filha, aposto que se abrissem a gaiola nem todos os canários sairiam, pois eles nasceram em gaiolas, o mundo não existe para eles, eles não sabem como é maravilhoso poder voar! Mas, os pombos, talvez pela necessidade e pela fome, entrassem na gaiola. Poderiam passar um tempo e nos primeiros dias pensar "Uau, que vida boa! Não preciso mais catar migalhas no chão! 3 vezes por dia me servem ração", porém, com o passar do tempo, eles se dariam conta de que a ração não vale mais que a liberdade.
Um ser LIVRE não se deixa trancar. Porque ele sabe que a liberdade, de tão valiosa, não tem preço. Por ração nenhuma nesse mundo!"
Minha filha riu e me disse "Tá bom mãe, já entendi. Você prefere ser um pombo, né?!"
"É filha! Eu prefiro ser um pombo!" *risos*

E você?
És um pombo ou um canário?


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sexta-feira, 19 de outubro de 2018

A forma como você se enxerga determina a forma como o mundo te trata




Grande parte dos problemas dessa vida, é causada pela baixa autoestima. 
Autoestima vai muito além do que os olhos podem ver no espelho.
Claro que a vaidade conta muito para uma autoestima elevada, mas pense consigo, será só isso?
Quantas vezes você observou com fascinação uma pessoa em ação, e até se sentiu de uma certa forma, intimidado por ela? O que te causou essa reação? Foi somente a beleza física dela, o brilho no cabelo, o sorriso perfeitamente alinhado e reluzente e o corpo atlético? Certamente não. Pessoas confiantes e com boas autoestimas demonstram isso pelo timbre de suas vozes. Pela postura ereta, o aperto de mão firme, e a forma como se portam e se vestem. Essas pessoas sabem os seus lugares no mundo, sabem como chegaram até onde chegaram, não se sentam na cadeira do vitimismo e acreditam seres vítimas de um complô universal malígno elaborado contra elas. Elas têm o domínio de si mesmas e são estrategistas. 
Uma autoestima elevada transparece na fisiologia do sujeito. 
E você acha que uma pessoa empoderada e que vive de bem consigo, se deixa abater por qualquer coisa? A autoestima interfere diretamente na capacidade de resolução de conflitos, pois está localizada no córtex pré-frontal, no hemisfério direito do cérebro. 
Stephen Fleming, diretor do centro de neurologia e neuroimagem do University College London, na Inglaterra, realizou um experimento, mais tarde publicado na Science/2010, onde constatou que as pessoas com alto grau de autoconfiança apresentavam maior volume cerebral nessa região, do lado direito pré-frontal, enquanto que os inseguros exibiam volume e atividade menores nessa região. Pessoas autoconfiantes tendem a liberar maior volume de ocitocina, que é o hormônio do prazer, da sociabilidade, aquele que é produzido em grande escala quando uma mãe amamenta seu bebê. 
E em contrapartida, pessoas que apresentam uma autoestima deficiente, produzem uma quantidade maior de cortisol, que é considerado o “hormônio do estresse” e que tem a função preparar o corpo para situações conflitantes e de perigo. O cortisol não deixa a glicose baixar, coisa que gera um aumento desnecessário de energia, causando tensão nos músculos, alterações no sistema nervoso e dores tensionais. O que resulta em uma postura ruim, dores de estômago e mais sensação de impotência e inferioridade.
Ou seja, uma baixa autoestima influencia não só emocionalmente, como também quimicamente e prejudica todas as outras áreas da vida. Isso ocorre quando uma autoimagem negativa e muitas vezes deturpada, existe.
E quando temos uma representação interna que não condiz com a realidade externa, a questão já deixou de ser meramente estética.
Para elevar essa autoestima, temos que mexer nas estruturas internas comportamentais e mudar esses padrões. Pois se eu sinto, para mim, é real. Não importa o que os outros vão me falar.
Não adianta eu ganhar um concurso de miss se eu me acho feia, nem um Nobel se eu acredito ser burro e insuficiente. 
Simplificando: Não é possível mudar o mundo. Nem exigir mudanças na forma como os OUTROS nos tratam. E mesmo que, suponhamos, conseguíssemos mudar o mundo, ainda assim, se não mudássemos a nós mesmos, de absolutamente nada adiantaria.
 Mas, sempre é possível mudar a forma como reagimos, como recebemos o que recebemos dos outros; nossas representações internas e o ângulo de visão com que olhamos para o mundo.
Uma pessoa que se sente mal por ser gorda, por exemplo, ou baixa demais, ou alta demais ou magra demais, qualquer atributo "demais" que seja para o negativo, acredita que TODAS as pessoas do mundo a vêm da mesma forma. 
Então, ela própria cria um bloqueio e uma série de comportamentos autodestrutivos, como o isolamento social, a falta de um relacionamento amoroso e afasta amizades e pretendentes, porque, para ela, ninguém pode amá-la. Já que ela mesma não se ama. 
Está entendendo? 
Dessa forma, podemos passar anos e anos de nossas vidas culpando os outros por atitudes que eles nem têm, de fato, mas sim, pelo nosso comportamento e como nos apresentamos ao mundo.  Conheço pessoas lindas que se acham indignas do amor. Pessoas brilhantes que se julgam incapazes de sucesso. Pessoas ricas que vivem em uma miséria emocional de dar dó.
Porque é uma questão muito mais de atitude e de SENSAÇÕES, do que de SITUAÇÕES. 

Uma árvore frutífera é linda. MAS, faz sujeira.
Você é a pessoa que vê a beleza e o esplendor e que adoraria ter uma no seu jardim para admirá-la todos os dias ou a que só enxerga a sujeira que ela faz e os possíveis problemas que ela pode causar?

Analise bem como você anda enxergando o mundo à sua volta. Nem sempre o problema está nos outros, está do lado de fora.
A forma como você se enxerga determina a forma como o mundo te trata.




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quinta-feira, 11 de outubro de 2018

Aprender a ficar sozinho: Um processo altamente transformador



Há quem morra de medo da solidão.
E por isso, barganhe seu afeto por qualquer companhia, sem se importar se a companhia é de qualidade, é boa ou nem tanto.
Esse comportamento nos leva a tristes desfechos, pois quando pegamos nosso pesado pacote de inseguranças e jogamos em cima do outro dizendo "Toma. Cuida disso e resolve pra mim" e depois temos nossas expectativas -obviamente- frustradas, costumamos colocar a culpa do fracasso dos nossos relacionamentos na *SORTE*.

Mas a sorte não tem nada a ver com isso. Nossas inseguranças e medos e expectativas são NOSSAS, por tanto, NÓS é que temos que cuidar delas.

Aprender a ficar sozinho não é condenar-se à solidão. 
Podemos ser casados, com nosso companheiro ou companheira dormindo ao nosso lado na cama e nos sentirmos absolutamente sozinhos. 
Podemos estar em um estádio de futebol, lotado, em final de copa do mundo e...nos sentirmos sós.
Podemos ainda, estarmos sentados com a família toda reunida e ainda sim, termos a nítida sensação de que estamos sozinhos. 
Nos sentimos sozinhos quando não nos sentimos compreendidos; aceitos; ouvidos. Percebidos. Inseridos. Contextualizados. 
Mas você percebe que isso tem mais a ver com a SENSAÇÃO do que com a SITUAÇÃO?

A situação, na maioria das vezes, não pode ser mudada a nosso favor, nem sempre temos como intervir. Mas sempre podemos trabalhar em nós o impacto que essas situações nos causam. Sempre podemos aprender a olhar por um outro ângulo de visão.

Deixe me contar um segredo: As pessoas que têm medo da solidão, não têm medo da solidão; têm medo de si mesmas. 

Essas pessoas não se conhecem a fundo. Se julgam más companhias e desinteressantes para si mesmas.
Elas têm medo do "vazio" que podem vir a experimentar com a solidão. Medo do que podem sentir. 
Mas, ao meu ver, deveríamos ter receio é de termos uma presença que às vezes nos causa mais problemas do que alegrias, que nos rouba de nós mesmos, só para (tentar) preencher as lacunas que nós acreditamos não sermos capazes de preencher sozinhos.

Quem Precisa muito de algo é porque não tem. 

Uma pessoa que diz precisar muito de amor, é porque não tem amor por ela mesma.
Uma pessoa que julga precisar muito de uma companhia, é porque é faltante para si. 

Então, antes de nos desesperarmos com a hipóteses de nos depararmos com o bicho papão da Solidão, uivando furiosamente para nós, com garras e presas imensas, pronta para nos jogar num quarto escuro e gélido à mercê da própria sorte, que tal diminuirmos essa imagem em nossas mentes?
Qual é a imagem da Solidão para você?
Solidão tem imagem? Tem sim. Nosso cérebro funciona com imagens. 
Pense na solidão e no temor que ela lhe causa e diminua a imagem, se ela for preto e branco, a torne colorida, com cores bem alegres e se ela for super colorida, coloque-a em preto e branco e desassocie-se da imagem, a deixe bem pequenina na sua imaginação e empurre-a para longe de você. A mantenha lá longe, segura mesmo, com a mão, a imagem que representa a Solidão na sua cabeça.
E então, volte-se para você mesmo, pergunte à sua mente inconsciente "De onde vem tanto medo?"

Tudo que nos apavora nos domina. 
E tudo que enfrentamos, perde o poder.

A solidão consentida se torna uma grande aliada. Então, convide-a para entrar. Ela nos oferece uma oportunidade ímpar de autoconhecimento e amadurecimento. 

Aprender a ser uma boa companhia para si, é um processo altamente libertador, pois quando nos damos conta que somos suficientes, que nos amamos verdadeiramente, acabamos com a dependência emocional. E dessa forma, passamos a selecionar bem quem estará ao nosso lado e não mais aceitaremos qualquer coisa por medo. 
A vida ganha uma outra perspectiva e um mundo novo em plena expansão se abre dentro de nós!
Paramos de nos lamentar e ficarmos tristes porque não temos companhia para o cinema, e começamos a ver a graça de ter LIBERDADE. 
Liberdade de poder ser, estar, ir, voltar, ficar, usar e fazer o que bem quisermos. Passamos a ser mais gentis conosco e estabelecemos diálogos profundos, intensos e sinceros. 

Uma pessoa que aprendeu a ficar só, passa a ressignificar toda a sua jornada, a prestar muito mais atenção às pequenas coisas cotidianas, valorizar mais as amizades sinceras, ser mais seletiva com quem entra em sua vida e acima de tudo, passa a respeitar e entender a si própria. 

Como você quer oferecer algo de qualidade para alguém, se você não tem esse algo?
Quem não se conhece, não pode se doar de verdade, para ninguém. 
Mude a chave mental da sensação de angustia que a solidão te causa, para a sensação de curiosidade, de excitação, que essa viagem interior pode te proporcionar. 
E lembre-se que ninguém É nada nesse mundo, todos nós ESTAMOS algo. 
São condições passageiras, para quem é passageiro nessa vida. 


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